domingo, 20 de fevereiro de 2011

INICIAÇÃO DE REIKI

Há mais de um ano um pequeno grupo do CEIC me contatou para informações sobre a possibilidade de iniciá-los no Reiki. Eu me coloquei à disposição, mas como dependia de outras pessoas para marcar a data, o horário, o local, o processo foi ficando em segundo plano. É que há muitas outras atividades naquela instituição e todas abençoadas!

Há cerca de três semanas nós nos encontramos numa reunião e acabamos marcando o ritual independentemente da instituição que se encontra em recesso devido à reforma da estrutura da casa.

Preparei-me nas últimas três semanas e estou em harmonia. Sei também que todos estão sendo igualmente preparados pela espiritualidade maior. Estudei e compartilhei informações com o grupo via internet e, ontem, Aleixo, Laura e eu limpamos o recinto para a sintonização que ocorrerá logo mais.

Agora peço a Deus que nos prepare a todos não apenas para o pequeno ritual, mas para a prática reikiana, ao longo de nossas vidas!

Ao final pedirei que cada um relate as suas sensações e, se possível, quero compartilhar com os interessados.

Símbolo do REIKI.
Reiki é um método de cura energética através da imposição das mãos. Dona Didi recebeu aplicações de Reiki semanalmente, nos últimos anos de sua vida física neste orbe. Ela ficava feliz e agradecia. No dia de sua mudança de plano, juntamente com duas de suas netas, Lívia e Renata, nós oramos e eu lhe apliquei Reiki, pedindo a Deus o seu desligamento em nome dos seus inúmeros créditos junto à espiritualidade.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

HOMENAGEM AO 13 DE FEVEREIRO


Amanhã faz seis anos que mamãe mudou de plano e minha irmã Sônia me enviou suas digressões para homenageá-la!

Sônia e  sua mãe Didi, natal de 2004, em
Goiânia.
"Chovia e eu na janela, admirava tão linda manifestação da natureza! E pensava em mamãe... Amanhã, fará 6 anos que Dona Didi deixou nosso convívio e passou para outro plano...
Ela gostava da chuva, da terra, do mar, dos rios, das cachoeiras.... Sempre pensei que a mamãe, se pudesse ter escolhido uma carreira universitaria, seria bióloga ou geógrafa; ou alguma coisa ligada à terra ou à vida...Ela gostava de saber todas as localizações dos paises, dos mares, enfim, tinha um globo daqueles com o mapa mundi e qualquer capital, de qualquer lugar, ela saberia dizer.
Agora cessa a chuva e começam os gorjeios os mais diversos...Que sinfonia maravilhosa!!
Quisera ter a mamãe comigo nesse instante! Um galo canta a distância...Uma galinha, com seus pintinhos, cacareja, ciscando o chão molhado pela chuva...Um bem-te-vi gorgeia...
Senhor, obrigada por tudo, Senhor!!!
E, de repente, o cachorro late ferozmente! Chegou visita à fazenda...Quebra do silêncio e da paz!!! Algazarra, abraços e alegria"! 
Sônia Cristina Araújo
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Regina Lúcia, filha de
Dona Didi.
Acredito que o indivíduo que tem conhecimento da existência da vida após a morte aprende a lidar muito melhor com a questão da perda de entes queridos, porque tem uma concepção diferente dos demais, sabe que a perda é apenas física e transitória. Então, quando a pessoa passa por essa situação, muitas vezes de uma forma inesperada ou brutal e tem a crença nos valores espirituais, consegue viver esse período de luto com maiores condições de enfrentar o distanciamento. Mesmo assim, não é fácil! Dói! Afinal, nossa cultura não nos prepara muito para esta questão!

Perder um ente querido significa um dos momentos mais difíceis da existência humana. A dor da separação daqueles que amamos pode ser definida de inúmeras formas. Alguns a descrevem como uma dor no coração indescritível, outros dizem sentir uma sensação de vazio como se a alma estivesse despedaçada, há aqueles também que custam a querer acreditar no que aconteceu. O fato é que a dor da perda não pode ser evitada, mas a maneira de encarar a situação e a compreensão de que a morte não existe pode ajudar as pessoas a passarem por este momento doloroso.

A crença na vida após a morte e que a separação é passageira, diante da eternidade, traz um grande consolo no momento da partida daqueles que amamos. Outro aspecto importante que a doutrina espírita ensina é que o desespero e a revolta diante desta perda podem prejudicar aqueles que partiram.

Homenagem à nossa mãe no aniversário de sua mudança de plano.
O espiritismo também recomenda a prece pelos entes queridos que partiram, para que seus corações possam se sentir aliviados. O Evangelho Segundo o Espiritismo traz uma coletânea de preces e fala da importância da oração pelos que acabam de deixar a Terra como forma de ajudar no desligamento do espírito, tornando seu despertar no mundo espiritual mais tranqüilo e breve.

Minha mãe nos ensinou a acreditar na vida intermitente. Assim, sei que ela partiu por ter terminado a sua missão aqui neste orbe. Também, sinto que onde quer que ela esteja, deve estar trabalhando com entusiasmo em benefício dos outros como sempre fez!
Regina Lúcia de Araújo

domingo, 30 de janeiro de 2011

SÁBIA DONA DIDI



Filhos de Dona Didi: Celina, Regina, Sônia, Júnior, Clélia e Luiza,  abaixo,
com seu filho Ângelo, neto holandês de Dona Didi, na chácara da Regina, em 2005
Minha irmã Sônia fala da mamãe como a sábia Dona Didi. Ela relata que quando a gente estava com raiva, estressada ou impotente em relação a alguma coisa que nos perturbava,  nossa mãe dizia: “filha, só tem dor de cabeça, QUEM TEM CABEÇA!!!!!” E esta frase, segundo Sônia, tem contribuído para que ela compreenda a sua responsabilidade frente a todas as situações que se lhe apresentam no dia- a- dia, tornando-a mais justa, compreensiva, tolerante, responsável pela sua própria vida.

Até os sete anos de idade, eu costumava ter febre devido à infecção de garganta com frequência. Assim que mamãe percebia, fazia com que eu me deitasse. Geralmente a febre subia muito e mamãe queria me confortar. Então, perguntava o que eu desejava. Impreterivelmente minha resposta era: “livros de histórias e banana frita”. Claro, ela providenciava e eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo!

Regina, 2010.
Com isso, li toda a coleção que existia naquela época em Goiânia. Eram cerca de 300 pequenas brochuras vendidas no Bazar Municipal, livraria de um irmão também espírita, amigo de meus pais, o senhor Scartezini.

Como meus pais, até hoje sou leitora assídua. Nestas últimas férias li pelo menos dois livros por semana. E ainda adoro comer banana frita! Aliás, poucas vezes na vida perdi o apetite! E minha mãe sempre dizia que "saco vazio não para em pé" a cada vez que eu resolvia fazer dietas!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

RELATO DE UMA CURA



Clélia é a terceira filha de Dona Didi.
Por várias vezes, recebi atendimento espiritual no Centro Espiritualista Irmãos do Caminho. Em 1975, fui aprovada em um concurso público federal e precisei apresentar a documentação para a posse e passar por uma bateria de exames médicos para comprovação do estado de saúde. De posse dos resultados dos exames, compareci perante à Junta Médica, quando fiquei sabendo que não poderia tomar posse porque o meu exame de urina indicava problemas renais. Imaginei que tinha havido troca no laboratório, já que eu não sentia dor nenhuma, repeti o exame em outro laboratório e deu a mesma coisa.
Um dos médicos da Junta me disse que eu deveria procurar um urologista e fazer o tratamento necessário para sanar o problema. Só que não haveria tempo para isso, porque se eu não assumisse o cargo no prazo determinado, teria que requerer final de lista ou desistir da função, o que evidentemente não estava nos meus planos. Condoído da minha situação, o médico sugeriu que eu "arranjasse" outro exame e levasse pra ele. Ele me aprovaria, desde que eu assumisse o compromisso de procurar o especialista.
Embora desconfortável com aquela situação, agi conforme a sugestão e procurei, em seguida, um urologista renomado na cidade, o dr. Adão Ubiratan, que me pediu um exame da bexiga. Esqueci-me do nome desse exame (atualmente, ele já não é feito, foi substituído pelo ultrassom). O tal exame mostrou a existência de um monte de cálculos na minha bexiga. O médico e a Luíza, minha irmã que me acompanhava, ficaram horrorizados. Dr. Adão se surpreendeu com o fato de que eu não tinha ainda sentido dores e me deu todos os telefones onde ele poderia ser encontrado, caso eu tivesse uma cólica repentina.

À noite, fui ao Centro tomar passe. Quando voltava para o meu lugar, fui interceptada pela cambono Mariazinha, que me disse que o Mentor (Mané Maior) tinha lhe falado para eu ficar para a segunda parte dos trabalhos, para receber atendimento. Eu não tinha falado nada com minha mãe. Acho que era uma quarta-feira, porque quando eu entrei na salinha dos médiuns, me deitaram em uma maca e vários médiuns, convocados pela entidade que estava com a minha mãe (não sei se era Dr. Fritz) se debruçaram sobre mim, uns tossindo, outros cuspindo, outros me massageando. Não me lembro direito dos detalhes porque fiquei com um certo entorpecimento.
No final, recebi uma garrafa d'água e a orientação pra beber o conteúdo devagar, uma xícara pequena, de duas em duas horas. Fui pra casa e obedeci; coloquei o despertador e passei a noite tomando a água fluída, na forma determinada. Tenho a dizer que nunca senti as dores temidas pelo médico. Meses depois, voltei a fazer exame de urina a pedido da ginecologista e o exame deu normal. Nunca voltei ao urologista. E nunca fiquei sabendo se as pedrinhas foram retiradas na intervenção espiritual ou derretidas pela água miraculosa. Essa foi uma das experiências que vivenciei no CEIC. Naquele tempo, relatos de curas eram corriqueiros e ninguém dava muita atenção.

Clélia Maria de Araújo Pereira







domingo, 9 de janeiro de 2011

MEMÓRIAS INFANTIS JUNTO A DONA DIDI

Aconteça o que acontecer, a Lei Cósmica estará sempre se cumprindo de maneira correta e justa em nossa vida, em consonância com a verdade.

Minha mãe gostava de costurar e comprava aviamentos nas lojas dos turcos, na rua 4, como chamávamos, então, aquele comércio a um quarteirão de nossa casa. Acompanhá-la nessas empreitadas constituía um passeio disputado pelas crianças a cada vez.

Didi, Tanit, Sônia, Deolinda, Mariazinha, Leandro, no CEIC.
Mantínhamos muito contato com nossas tias, as suas primas e irmãs de criação – Hilda e Agda. Tia Hilda e Tio Adail tiveram cinco filhos que cresceram junto conosco, os primeiros cinco filhos de Dona Didi. Tia Agda e tio Daniel tiveram apenas quatro, mas convivemos apenas com os dois mais velhos, porque ela espaçou bastante uma gravidez da outra. Nós adorávamos essa convivência, extremamente animada, em razão de tantas crianças juntas.

Nos finais de semana costumávamos fazer os passeios ao campo, conforme relatei anteriormente. Meus pais faziam questão de manter uma chácara ou fazendinha, mas dificilmente dormíamos lá. Acho que minha mãe era urbana, apesar de se sentir atraída pela zona rural e a fartura de uma fazenda. Durante alguns anos tivemos uma propriedade à beira do Rio João Leite, próximo a Nerópolis, cerca de uns 20 quilômetros de Goiânia. Lembro-me de que eram dois sítios juntos com 6 e 8 alqueires especificamente. Em uma dessas partes havia uma pequena plantação de café com 18.000 pés, creio.

Dona Didi em viagem à Holanda, 1989.
Recordo-me de dois episódios daquela época. Um dos caseiros tinha vários filhos e minha mãe era madrinha de quase todos que iam nascendo a cada ano. Meus pais sempre foram bons com os empregados. Além do salário justo, presenteavam-nos com remédios, roupas, brinquedos e material escolar para as crianças, sobretudo. Eles podiam usar tudo na propriedade, criar galinhas, porcos. Tinham leite e queijo à vontade. Minha mãe trazia dois queijos a cada final de semana para nosso consumo.  Engraçado era que era ela que cozinhava para todo mundo nessas ocasiões. Os caseiros todos se beneficiavam de seus saborosos almoços domingueiros! Uma vez, a caseira e comadre de minha mãe, a esposa do Albertino, lhe disse que as vacas estavam fazendo greve e não havia queijo aquele dia. Uma das crianças presentes ouvia em silêncio. De repente, ela abriu o armário na vista de todos e o mostrou abarrotado de queijos! Ficaram todos constrangidos! Imagino como aquela criança deve ter sido castigada por sua franqueza infantil ainda sem máscaras.

Outra vez, fomos a uma fazenda onde havia muitos cavalos e resolvemos montar. Saímos em disparada e a Bené ficou dependurada num galho mais baixo de uma árvore. Nós ríamos muito enquanto o cavalo fugia em disparado protesto contra aqueles pré-adolescentes malucos!

Minha mãe costumava dizer que todos nós estamos fadados a evoluir e esta é a lei de Deus! Uns caminham à frente, outros vêm mais atrás, mas todos nós, um dia, chegaremos lá! Afinal, temos a eternidade! 






terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O PRESENTE DE DONA DIDI


Cachorros filas criados na Creche.
Preconiza o ditado popular que sempre existe um chinelo velho pronto para acolher um pé torto. Minha mãe gostava muito dos animais! Criava dois cachorros filas na creche e ao chegar lá, a cada manhã, tinha sempre um afago para eles ou alguma guloseima! Todavia, não gostava de animais dentro de casa, mesmo porque morava em apartamento.

Nos intervalos das aulas que  eu ministrava em duas instituições em Goiânia,  eu costumava visitar mamãe em seu apartamento  no Edifício Trianon, na Rua Quatro. Como ele era bem central, ia ao banco pagar contas e, às vezes, esperar o horário de outra aula ou reunião, enquanto conversávamos e eu curtia a sua companhia, além de ser brindada com chá e biscoitos assados na hora.

Cão Fila.
Um dia, ao chegar, encontrei mamãe preocupada! Disse-me que havia ganhado um presente de alguém de quem ela gostava muito e não sabia o que fazer com a peça. Levou-me para vê-lo e não pude deixar de rir...

Didi e sua filha Sônia, em 2001.
Imaginem que era um enorme cachorro preto com mancha branca e língua vermelha! Claro que quem a presenteou teve a melhor das intenções! Ela me explicou que tinha sido a sua funcionária de maior confiança na creche. Esta senhora sabia que ela gostava muito dos dois grandes cachorros filas! E como ela morava em apartamento e não podia tê-los por perto, ela havia comprado aquela grande figura para que ela o colocasse em seu criado mudo e lembrasse sempre de seus animais queridos!

Mamãe naquele momento sofria deveras com o problema! Não sabia o que fazer com o presente e não o queria em sua casa! Disse-me que certamente se assustaria se acordasse no meio da noite e o tivesse no criadinho do quarto. Achava que ele era muito grande para outros ambientes do pequeno apartamento... O que devia fazer?! Sentia certo remorso, porque sabia que ele devia ter custado boa parcela do pequeno salário da boa servidora.

Eu ainda sorria quando lhe disse que ela tinha duas opções para não magoar a sua bem intencionada amiga! Podia colocá-lo perto de uma porta, no chão, onde alguém possivelmente fosse esbarrar e quebrá-lo incidentalmente... Ou, melhor, ela podia lembrar-se de alguém que gostaria  de receber aquele presente.

Sua filha Regina,  em 2010.
Ela pensou por uns instantes e me respondeu que já sabia quem amaria o cachorro de louça preta e língua vermelha!

Eu me prontifiquei a levá-la à casa da nova presenteada imediatamente! Colocamos o objeto no banco de trás do carro com todo o cuidado e nos dirigimos até a casa de sua amiga Maria das Dores!

E, realmente, como ela ficou feliz com o presente! Ela não o esperava e o achou lindo! Agradeceu emocionada e soubemos depois que ela tinha muito orgulho de seu cachorro e sempre se lembrava orgulhosamente de que havia sido um presente de sua querida Dona Didi.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

NATAL NA CRECHE CASA DO CAMINHO



Crianças da Creche, antes da festa.
Ontem, dia 15 de dezembro, organizamos o Natal das crianças e funcionárias dessa creche. A Creche Casa do Caminho foi inaugurada oficialmente, em 1974, depois de muitas campanhas em prol de sua construção. O terreno foi doado por um casal de médiuns na época – João e Nair – e sempre contou com a ajuda dos irmãos do caminho e de outros simpatizantes da obra.

O espaço é amplo, muito bem administrado, tem salas diversas de acordo com a idade das crianças (zero a quatro anos), tendo berços, colchonetes para descanso, mesinhas e cadeirinhas, brinquedos, tudo amorosamente decorado para receber as crianças selecionadas entre os filhos de mães pobres e trabalhadoras.

Até hoje o horário de funcionamento da Creche é de 7h até às17h, tempo em que as mães podem ganhar o sustento da família, confiantes de que seus filhos estão bem cuidados e orientados.
Didi, em 25.11.1996.

Minha mãe, a Dona Didi, ocupou-se da direção da creche por muitos anos. Era a sua primeira tarefa matutina. Estava lá toda a semana às 6h30 da manhã, porque gostava de receber cada criança, junto com a coordenadora da creche.

Depois visitava a cozinha e estipulava o cardápio do dia, dava atenção especial a cada um, sempre tinha uma palavra carinhosa, um gesto amoroso com as crianças e funcionárias. Gostava de disciplina e as crianças acostumavam com os horários e as atividades educativas planejadas.

A atual responsável pela creche é Lucimar Gomes Cordeiro que conta com a colaboração de seis funcionárias e o apoio da instituição mantenedora – o Centro Espiritualista Irmãos do Caminho.

Conseguimos madrinhas para as 39 crianças e cada uma recebeu um kit especial, com roupas, calçados, brinquedos e material pré-escolar, entregue durante um lanche com apresentações culturais de voluntários e do próprio coral da creche, além da presença do Papai Noel.

Apresentação do Coral da Creche, 15.12.10.

É difícil descrever o que sentimos ao compartilhar a alegria contagiante das crianças que demonstram surpresa e incredulidade ao receberem tantos presentes de uma vez! Agradeço a todos, encarnados e desencarnados,  que contribuíram direta e indiretamente para que isso pudesse acontecer!