quinta-feira, 5 de maio de 2011

NETA DE DONA DIDI


Fábia Fernanda, neta de
Dona Didi. 
DIRETÓRIO ACADÊMICO DR. WILLIAM GEBRIM JR – Jornada Médico-Solidária

O Diretório Acadêmico Dr. William Gebrim que representa todos os alunos de medicina da UNIPAC Araguari criou, na gestão de 2009,com o ex presidente João Mario Junqueira, o “Trote Solidário” , que visava dar as boas vindas aos novos alunos do curso, não com práticas violentas ou trotes humilhantes, mas fazendo com que seus ingressos à Universidade fossem transformados num ato de solidariedade, com a doação de uma cesta básica entregue pelo próprio aluno a uma comunidade carente.

Fábia  e outros alunos de Medicina, da UNIPAC,
Araguari, 2011.
Este “Trote Solidário” propiciou a criação de laços entre os alunos de medicina, muitos recém chegados de outros estados, e a comunidade, mostrando a eles a realidade brasileira e, ao mesmo tempo, o que os brasileiros podem esperar desses futuros médicos num futuro próximo. Ainda, estimulandoos a futuros médicos a também buscarem soluções quanto aos grandes problemas socioeconômicos ligados, sobretudo, à saúde e à educação de nosso país.

A partir dessa idéia do “Trote Solidário”, a atual presidente do DAWG, a aluna Fábia Fernanda criou, no inicio de 2010, a Jornada Médico Solidária, dando continuidade ao trabalho iniciado e implementando novas ações que visam desenvolver um trabalho social, não só com a entrega de cestas básicas, mas dando continuidade ao projeto durante o ano, sendo que este projeto é de cunho educativo, preventivo e de assistência médica.

Fábia e Frederico nos EUA, 1999.
No 1º semestre de 2010 mais de 200 famílias receberam cestas básicas, outras 230 receberam no 2º semestre, num total de 430 cestas, que foram entregues e distribuídas em comunidades e instituições, entre elas, ao Pró Vida, ao Abrigo Cristo Rei, ao Lar Espírita Maria Carlota e aos CRAES de Araguari.

Todas as cestas básicas foram doadas pelos alunos de Medicina, assim como foram convidados a participar como palestrantes em escolas públicas, a visitar instituições e a realizar atendimentos de cuidados básicos na comunidade.

Bisneto Frederico e  neta  Fábia, nos EUA,  2000. 
Desde o inicio do desenvolvimento deste Projeto, todos os alunos do curso de medicina foram convidados a participar, não só os novos ingressantes do curso, já que todas as atividades são coordenadas pela Presidente do DAWG e somam horas extracurriculares aos alunos, pois que estes precisam comprovar 220 horas de atividades acadêmicas exigidas pelo MEC.

Desde então, o DAWG incentivou a abertura de varias Ligas Acadêmicas, sendo todas elas ligadas ao DAWG (Ligas de Pneumologia, Gastroenterologia, Cardiologia, Dor, Reumatologia, Oftalmologia, Saúde Coletiva e Clinica Medica, entre outros; a mais recente é a LAPEDI – (Liga de Pediatria) e o DAWG trabalha em parceria nos eventos desenvolvidos pelas Ligas Acadêmicas, assim como no projeto de Imunização das crianças juntamente com a Liga de Clinica Médica, o dia do Glaucoma, entre outros.

Aniversário da Fábia em Araguari, 7.11.2010.
Várias campanhas sociais foram feitas no último ano, como a dos cobertores, roupas, fraldas geriátricas ao abrigo Cristo Rei e também ao Lar Maria Carlota, onde também são entregues cestas básicas e alimentos e as crianças são acompanhadas em escalas diárias pelos alunos da medicina.
Fábia Fernanda de Araújo e Nogueira.
(Presidente do DAWG)


sexta-feira, 22 de abril de 2011

VISÃO ESPÍRITA DA PÁSCOA

Zuleika, Tania, Alzira, Keila, Valderez, Regina,
no CEIC, 2010.
Estamos mais uma vez na época da páscoa. Páscoa é uma palavra hebraica que significa libertação. Com o êxodo, a páscoa hebraica significa a lembrança perene da libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, por Moisés. Como cristãos, somos levados ao longínquo passado ao recordar a passagem de Jesus pela terra, a sua mensagem de perdão aos inimigos e de amor à humanidade inteira.

Esta época tem para os espíritas um significado muito especial, pois lembra-nos de que Jesus, vencendo a morte, nos transmitiu um ensinamento fundamental: o de que a vida continua para além do corpo físico, pois ele fez questão de aparecer aos apóstolos e a Maria de Magdala, após o sepultamento.

Air Gomes de Moura e Regina Araújo,
2010.
Mas, aqui reside uma diferença substancial entre as religiões cristãs e o espiritismo – a crença na ressurreição de Jesus. Para nós, espíritas, Jesus ressurgiu no seu corpo espiritual e não com o corpo físico, esse possivelmente em decomposição, com danos irreversíveis no cérebro ao fim de pouco tempo, de acordo com a ciência.

As Igrejas cristãs continuam defendendo a ideia de que o Cristo subiu aos céus em corpo e alma, e de que o mesmo sucederá a todos os eleitos no chamado juízo final. Mas a doutrina espírita, defensora da lógica e do bom-senso refuta essa teoria, pela impossibilidade física de seres que já faleceram ao longo dos séculos terem os respectivos corpos reconstituídos nas suas estruturas orgânicas no dia do juízo final.

Grupo do Reiki na Chácara Shamballa, 2011.
Esta ideia é contra qualquer noção de justiça e de moral, pois mais justa será sempre a concessão ao homem de nova oportunidade de renascimento, tantas vezes quantas as necessárias, de modo a que este tenha a possibilidade de corrigir os erros cometidos e de evoluir no aprendizado intelecto-moral, de modo a alcançar novos degraus de crescimento, rumo à perfeição.

Outro aspecto que desde sempre nos foi transmitido pela religião judaico-cristã tradicional é a noção da culpa. Jesus sofreu o processo da crucifixação para nos salvar dos nossos pecados, cometidos desde Adão e Eva. Todavia, para os espíritas, que não possuem rituais, nem proibições de comidas ou de trabalho, a páscoa é a época de lembrar mais uma vez a necessidade da libertação de nossas imperfeições, visando ao crescimento moral e espiritual.

Natal na Creche Casa di Caminho, dez. 2010.
Em vez de nos agarrarmos às exterioridades das celebrações pascais, aproveitemos esta época para tentarmos mudar alguns dos nossos hábitos, ser menos egoístas, mais caridosos e amigos com todos os que nos rodeiam. Essa a verdadeira mensagem que Jesus nos deixou e a certeza de que estará sempre ao nosso lado cuidando do nosso orbe e de cada um de nós, auxiliando-nos no reerguimento, após cada uma de nossas quedas.

Portanto, devemos comemorar uma páscoa diferente, isto é, a do nosso desejo de transformação interior. A páscoa da valorização da própria vida na certeza da imortalidade.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

FAMLIA BAIANA DE DONA DIDI



Elzinha comemorando 70 anos, em
8 de setembro de 2010.
O Elzinha Magalhães e Celso Santos foram amigos de Dona Didi desde a década de cinqüenta, quando o jovem casal morou em Goiânia e Dona Didi ainda freqüentava a Tenda do Caminho, hoje, Irradiação Espírita Cristã. José Araújo, esposo de Dona Didi e fundador do CEIC, gostava muito de ajudar as pessoas que chegavam à cidade e se afinizou com o engenheiro geólogo paulista que acabava de constituir família e andava buscando novos horizontes profissionais. Elzinha, baiana de nascimento e coração, apegou-se à Dona Didi e passou a ser o seu braço direito nas obras de caridade.

Elzinha era pouco mais que uma adolescente na época, mas queria muito ser mãe e ajudava  Dona Didi, angariando fundos para a construção das obras, por meio de almoços ou jantares beneficentes, pedido de mantimentos a empresas, venda de rifas, confecção de enxovais para recém nascidos, trabalho mediúnico, ou, simplesmente, visitas solidária a obras assistenciais. Como estudantes espiritualistas, sabemos que acontecia o reencontro de membros de uma família espiritual. Esses vínculos são eternos, indissolúveis!

Neta Carol, Elzinha,  netoLeonardo,  mãe Vira,
Filha Tanit e genro Pedro.
Eles permaneceram em Goiânia por alguns anos, mudando para Salvador, no primeiro semestre de 1960, exatamente na época da inauguração da nova capital do país – Brasília. Apesar da distância, sempre mantivemos contato por meio de cartas, telefonemas, visitas anuais, agora,  também pela internet.

Sempre que Elzinha e Celso vinham, eles faziam questão de freqüentar os Irmãos do Caminho, inaugurado dois anos depois de sua mudança para a Bahia. Lá o casal abriu uma empresa de administração de condomínios Muito bem sucedida que mantiveram até pouco antes do desencarne do Dr. Celso há poucos anos atrás. Compraram também uma fazenda que Dona Didi visitava sempre que ia à Bahia rever os irmãos espirituais.

Cinco gerações de mulheres baianas:
Vira, Elzinha, Tanit, Carol e Manuela.
Em 63, o casal foi agraciado com a chegada da filha amada – Tanit. Dona Didi e o senhor José Araújo fizeram questão de enviar uma caixa com o rico e completo enxoval para a tão esperada recém nascida! Mais tarde a Tanit viria para ser batizada, em Goiânia, no Centro Espiritualista Irmãos do Caminho. O casal Araújo preferiu que os padrinhos fossem Sônia e Air, então, filha e genro de Dona Didi.

Estivemos na Bahia por ocasião de nascimentos, formaturas, casamentos de Tanit e de sua filha Carol que acaba de ganhar também uma menininha – Manuela. Às vezes vamos apenas para matar as saudades e provar o delicioso cozido baiano preparado pela Elzinha ou sua mãe Elvira. Ou simplesmente curtir o mar baiano e a riqueza cultural daquela cidade tão brasileira. Eles também nos visitam sempre que possível! Da última vez, estiveram aqui na Shamballa para um lanche - Elzinha, Tanit e o filho Leo, acadêmico de medicina e músico de uma banda em sua cidade. Seu pai  engenheiro civil trabalha em empresa brasileira na África. Planejamos, ainda, uma festa junina neste espaço para homenagear  os irmãos espirituais de Salvador!

Célebre foto! Vira diz à neta Tanit: -
Minha neta, me de cá a sua neta !
 Manuela nasceu em 3 de abril de 2011.
Esta amizade permanece até os dias  atuais. Hoje, as filhas de Dona Didi continuam a participar dos grandes acontecimentos na família baiana. Há poucos dias nasceu a filhinha da psicóloga Carol, casada com o Daniel. Assim cinco gerações de mulheres puderam ser fotografadas!
Clélia e Sônia já visitaram a pequena Manuela e Aleixo e eu estamos nos programando para fazê-lo em breve.




quarta-feira, 6 de abril de 2011

AOS MEUS BISNETOS




Frederico César, filho de minha neta Fábia Fernanda e de Fabrício Alcântara M. Castro. Ana Beatriz, filha de Bruno César e de Fernanda.

Frederico César, filho da neta
Fábia, em 2000, nos EUA.
Maria Vitória, filha da neta Renata,
mora em Amsterdam, 2010.















Queridos bisnetinhos!


São pequeninos, ainda, mas, um dia, bem mais tarde, poderão ler esta dedicatória...




Neta Renata e seus filhos,
Rafael e Maria Vitória, 2010.


Esposa do neto Otávio  - Luciana -  e seus filhos,
Matheus (7) e Juliana (2), em 2010.















Foram abertas as portas do mundo para vocês...
Filhos dos filhos dos meus filhos! De onde vieram? Dos ignotos mundos? Creio que, em breve, serão a árvore robusta de seiva verdinha com flores perfumadas...

Guilherme, filho do neto André e da
Rafaela, em 2008.


Heitor, filho do neto Bruno César, mora
em Ribeirão Preto, SP.







Mais tarde formarão um bosque, enquanto seus pais continuarão sendo a fonte que afaga, refresca e ameniza, na certeza de vê-los, em futuro próximo, gozando dos frutos e do reconforto, juntamente com os viajores do caminho!
Da bisavó que não cansa de admirá-los amorosamente,
Geraldina.




Este texto foi escrito em 1998. Depois foram chegando outros bisnetos. Tenho certeza de que, de onde Dona Didi se encontra, ela está acompanhando tudo e intercedendo por sua descendência. Assim, quero deixar registrado, aqui, o nome daqueles que já se encontram fisicamente na família!


Rafael, filho da Renata e seu tio Angelo,
filho
da Luiza, em Amsterdam, 2010.

Juliana  e Matheus, filhos do Otávio e da
Luciana. em 2010.












Este ano mais três estão sendo esperados. Aurora será a filhinha do Leandro e da Monique e ela está sendo esperada para junho. Em agosto, nascerão os gêmeos, filhos (as) do Gustavo e da Patrícia. Ou seja, Sônia e Clélia também serão avós em breve! E Dona Didi somará dezessete bisnetos, então!

Amanda Araujo Lourenço, filha da neta Aline
 e do Fábio, em 14.03.2011. 
Sofia, filha da neta Pollyanna e do
Luciano.














Outros bisnetos de Dona Didi que vieram depois do Frederico (1993) e da Aninha (1998).

Laura com um aninho, filha da neta
Isabel Cristina, em 2006.
Lígia, filha da neta Patricia Bianca
que mora em Ribeirão Preto, 2008.















Laura (2005), Lígia (2006), Heitor (2007), Matheus (2004), Juliana (2009), Amanda (2007), Sofia (2010), Guilherme (1999) , Carolina (2009) , Melissa (2010), Rafael (2007) e Maria Vitória (2009).

Ana Beatriz e Heitor, filhos do Bruno.
Carolina, filha do neto André Felipe e da
Germana Abrahão, 2010.
Melissa, também filhinha caçula do André e
da Germana, 2011.





















sexta-feira, 1 de abril de 2011

MENSAGEM DE DONA DIDI AOS SEUS NETOS

Meus netos amados: Bruno César, Isabel Cristina, Patrícia Bianca, Alexandre, Otávio Sérgio, Fábia Fernanda, Gustavo Henrique, Priscila, Tarsila, Leonardo, Leandro, Flávia, Lívia, Aline, Amaro, Pollyanna Augusta, Luciana, André Felipe, Marcela, Paula Wanessa, Renata Carolina, Raymond Junior, Ângelo.

Netos de Dona Didi, em 1986.
Na magia deste momento, quero testemunhar a gratidão por abrilhantarem a minha vida tão simples e bonita.

Seus pais acolheram cada um em seus braços dadivosos e lhes ensinaram a fé viva à frente do futuro que teriam que trilhar. Talvez quando estavam construindo os castelos de areia nas praias, sonharam com a materialização do castelo de ventura; esqueceram, porém, que escolheram, talvez, há centenas de anos passados, a oportunidade de sacrifício no estudo, na vida, no esforço de se tornarem criaturas dignas e evoluídas.

Muitas vezes, netos queridos, sentirão a tormenta. Por isso será necessário a vigilância para que suas vidas não mergulhem nas ondas tempestuosas do mar revolto.

Creiam, jamais faltará a divina misericórdia para todos nós.

Somos filhos de Deus e cumpre-nos expressar a Sua divina presença através de nossos atos.

Com muito amor,
Sua avó Geraldina.

MENSAGEM DE DONA DIDI AOS SEUS FILHOS

MEMÓRIAS é dedicado aos meus filhos, netos e bisnetos!

Queridos filhos: Marco Antônio, Regina Lúcia, Clélia Maria, Sônia Cristina, José Araújo Júnior, Maria Celina, Maria Luiza. Também Maria Elisabeth (in memoriam).

Dona Didi, em 1996.
Eis-me, aqui, sempre, para o nosso encontro de alma para alma! Sinto-me feliz pela oportunidade que tive de trazê-los ao mundo, uns para missão de resgate, outros para refazimento de meu espírito, outros, ainda, para aprendizado. Amo-os muito, são todos muito queridos do meu espírito e quisera eu amenizar as agruras por que passam ou que venham a passar...

Entretanto, meus filhos, eu não sei se posso julgar a existência, em minha inexperiência... E, pergunto a mim mesma, como bons filhos que foram e que serão, o porquê de tantas lutas e de tantos desencontros na vida de cada um!

Apesar disto, filhos, as dificuldades, o grande trabalho e o sacrifício de continuarem bons, mesmo com a metamorfose do mundo e dos seres, nos dão o equilíbrio, a força, que nos impelem para a grande subida rumo às esferas divinas.

Agradeço com beijos a cada um a colaboração que me deram, para sanar as minhas feridas da alma imperfeita.

Seis dos irmãos Araújo, em 2005. Marco mora em Ribeirão Preto.
Todos ministraram para mim o bálsamo que amenizou o meu cansaço e o equilíbrio que sanaram as minhas emoções atormentadas.

Filhos, tenham sempre a confiança em Deus! Agradeçamos as dores que nos fizeram testemunhar a nossa humildade e perseverança.

Continuemos unidos em espírito porque mais das vezes receberemos a graça da união em outras vidas.

Filhos, beijos carinhosamente a cada um e sei que continuarão a exemplificar o evangelho no cotidiano de suas vidas.

Sua mãe, Geraldina.

CONVIVÊNCIA COM A DONA DIDI


Regina é uma das filhas de D. Didi.
Mamãe era uma personalidade ímpar, a exemplo dos seres humanos que trazem a mediunidade a ser desenvolvida em benefício do semelhante. Como estudantes espiritualistas, sabemos é isso não chega a ser mérito, mas uma necessidade do espírito que, durante o intervalo no plano espiritual, entre uma encarnação e outra, fez esta opção ou foi agraciado com ela para quitação de débitos passados ou necessária provação.

Quando eu era mais jovem, eu a taxava de parcial, de temperamento instável, capaz de ações grandiosas, mas incoerentes com pequenas imperfeições comuns aos mortais. Quando amadureci um pouco, pude compreendê-la melhor. Seu coração materno era enorme, seu amor compaixão era capaz de nos surpreender sempre.

Didi na Creche Casa do Caminho, 1990.
Ela adorava os filhos, netos, bisnetos e até nos dedicou a suas memórias especificamente. As introduções que ela fez ao dedicar suas memórias foram digitadas e serão exibidas nas próximas postagens.

Seu dia começava com o exercício da caridade. Independente do clima ou de suas condições de transporte, ela se dirigia à creche e ali recebia as mães e as crianças. Dona Didi estava sempre atenta à orientação correta para cada funcionária que cuidava das crianças, divididas em grupos, por faixas etárias. Tinha sempre uma palavra ou um gesto de afeto para com cada um! Estava sempre sorridente, apesar de ser exigente em relação à disciplina e à obrigação de cada um de acordo com o serviço que executava. Inspecionava a cozinha, estipulava o cardápio, observava cada criança e as acarinhava com desvelo. Tinha preocupação com a higiene do ambiente e orientava o cuidado com cada uma das crianças. Todos a adoravam!

Durante o dia, ela cuidava da administração de seu próprio lar, recebia filhos e irmãos do caminho para lanches, atendia todos que a procuravam solicitando auxílio. E a cada sessão noturna, lá estava ela presente integralmente, chegava sempre primeiro que a maioria e acolhia a todos com atenção amorosa.

Ao final dos trabalhos, Dona Didi estava sempre radiante. Sua fé era incrível e contagiava a todos com seu amor caridade.