terça-feira, 13 de julho de 2010

Depoimento da Adriana Sampaio - Atual secretária do Irmãos do Caminho.



Quando você conheceu a Dona Didi?

Eu era uma pré-adolescente quando conheci a Dona Didi, pois fui colega e tornei-me muito amiga de suas filhas gêmeas, Celina e Luiza. Assim, freqüentei a sua casa, desde então. Dona Didi era do tipo mãezona, acolhedora, brava de vez em quando, ela era mil pessoas em uma só, ajudando sempre os pobres e enfermos, pessoa muito dinâmica, com uma filharada, o marido doente, depois, viúva, na verdade, uma guerreira!
Qual a sua opinião sobre a Dona Didi, como pessoa e como médium?
Como médium era de uma capacidade extraordinária. Desenvolveu inúmeros tipos de mediunidade, vinha gente do exterior para consultá-la, trabalhou em curas maravilhosas, com a entidade Pantera e o Dr. Fritz. Ela ajudou muita gente durante décadas. Meu tio veio ser médium aqui, tornou-se outra pessoa - o Tio Tonho. Ele mudou de plano aos 32 anos, no Rio Araguaia, e, em sua passagem, testemunhas afirmam que ele chamou em voz alta pelo Pantera. Foi trazido para o CEIC pela tia Margot e pelo tio Coró (Coronel Joaquim), completamente obsedado na época e teve uma vida ótima depois que freqüentou o centro, por alguns anos.

Você freqüentou o CEIC em seus anos iniciais?
Sim. Freqüentei o centro desde muito jovem, primeiramente curiosa, como expectadora; depois me tornei médium, trabalhando como auxiliar da guardiã Mariazinha, permanecendo no CEIC até o afastamento da Dona Didi. Afastei-me por incompatibilidade de horário naquele momento de minha vida. Voltei em 2006.

O que tem a relatar sobre a história do CEIC?
Posso relatar que comigo mesmo foi ótimo. Quando vim pela primeira vez, eu estava em uma fase difícil, me separando, doente em todos os sentidos, vendo-me como única vítima da situação. Então, uma entidade veio falar comigo, me deu uma chamada, eu precisava escutar o que ouvi. Ressalto a seriedade como tudo é tratado aqui, a gente faz a caridade, mas todos são chamados à atenção quando necessário. Isto sempre fez parte da história da casa, de nossa egrégora.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Depoimento da Paulinha

Paula e Priscila Araújo, netas da Dona Didi.





Esta noite pude matar a imensa saudade que sinto da minha avó, acordei em êxtase! No sonho minha mãe me dizia que tinha uma surpresa, que eu fosse até o Trianon, prédio em que ela morava, na Rua 4, no centro da cidade).
Chegando lá dei de cara com ela, dona Didi! Eufórica, eu não parava de repetir que tinha milhões de coisas para contar a ela e sempre perguntando por onde ela andou todo esse tempo, ela me disse que tinha feito uma longa viagem e que conheceu lugares maravilhosos, aí veio a parte mais gostosa...
Eu deitei nos braços dela e comecei a contar tudo o que tinha acontecido nesse período em que ela esteve ausente, foi uma longa conversa, e a última coisa  de que me lembro é que eu chorava muito e dizia a ela que queria morrer antes dela, que ela nunca desaparecesse dessa maneira...
Quando acordei, fiquei feliz por ter matado a saudade, mas, ao mesmo tempo, vi que não passava de um sonho... Mas, fazer o quê???? Ficam as boas lembranças que tenho dela, da pessoa bondosa, amorosa, alegre que era... Te amo sempre, Dona Didi!!!
Sua neta,

Paula.

domingo, 27 de junho de 2010

DEPOIMENTO DA DIVINA SOBRE A DONA DIDI

Sobre a Dona Didi, só tenho boas lembranças. Nossa convivência foi sempre ótima e muitas vezes senti que ela me protegia desde a infância. Eu a conheci desde pequena quando ela arrumava a minha lancheira e a da Regina, sua filha, e colocava cachinhos de uvas para nós duas. Lembro-me de quando ela ia ao CEIC e nos deixava olhando as gêmeas pequenas. Depois quando ela voltava do centro, muito feliz, radiante e preparava um lanche, porque ia sem jantar.

Ela tinha duas moças que moravam em sua casa e a ajudavam com as gêmeas. Eram a Elza e a Bené. Elas freqüentavam a mesma escola que seus filhos, mas ajudavam na lide doméstica e sobretudo com as gêmeas que não eram de fácil condução.

Outra lembrança era sobre os seus passeios à tardinha quando ainda na Rua 6 esquina com a Rua 5, no centro da cidade. Seu José Araujo, já frágil, ladeado por ela passeava ao entardecer, ela toda dedicada e cuidadosa com seu vestido branco de piquê caseado. Também o quanto ela admirava seus filhos, o quanto os elogiava. Sempre preocupada com cada um, não interessando a idade. Prova é quando da separação da Regina ela foi até minha casa pedindo que eu lhe desse uma “pensãozinha”. Sempre me pareceu que ela era uma grande expectadora da vida sem a ela pertencer.

No centro sempre foi exemplo dentro do terreiro. Imperturbável, serena, confiante. Quando do meu primeiro atendimento ela me disse: não precisa acreditar, será feito e assim era. Tinha seus defeitos. Ela sempre os admitia e me dizia: “tenho muito a depurar”. Mas era toda compaixão com o sofrimento do outro. Não questionava, atendia. Esta sempre foi a imagem dela para mim: defeitos, sim, como qualquer um de nós, mas caridade e compaixão sempre.

Depoimento da Mariazinha sobre a Dona Didi


Conheci a Dona Didi em 1962, no CEIC, ainda no setor oeste, levada pela Dona Maria que freqüentava lá. Fui muito bem recebida pelo Sr. José Rosa, cambono. As reuniões aconteciam na terça, quinta e sábado. Pediram que eu levasse uma garrafinha de água para fluir e frenquentasse duas vezes por semana. Nunca mais deixei de freqüentar as terças e quintas.

A data em que vesti branco pela primeira vez coincidiu com a época em que Sr. José Rosa ia sair do centro e o senhor Dimas ia substituí-lo em suas funções de cambono. Foi difícil receber a ordem para vestir branco, freqüentei cerca de três anos até ter permissão para tal. Quando perguntava se podia vestir branco, ouvia a resposta do mentor da casa dizendo que ainda era cedo. Que eu teria uma missão a cumprir lá e estava sendo preparada para isso. Naquela noite fui chamada e autorizada a fazê-lo. A partir de então passei a ser a guardiã de nossa casa de oração (1965) e permaneci nessa função até fevereiro de 1997.



Eram médiuns da casa nessa época: Maria Lara, Benedita Pena, Elza Nazaré, Stela, Lúcia Verdussen, Dr. Arnaldo, Diula, Salvador, Bárbara, Abadio, Wilson Coelho, Nair Botelho e João Garcia, entre outros. Mais tarde os trabalhos passaram a ser realizados nas segundas, quartas e sextas feiras. Dª Agostinha, Benedita e Maria Máris vieram da Tenda do Caminho junto com Dª Didi.
No último domingo do mês havia a sessão do Cenáculo com a presença da presidente da Irradiação E. Cristã, Dª Maria Antonieta Alessandri. A psicografia era quinta à noite e eu freqüentava com a Dª Didi que era quem psicografava. Nossas atividades eram várias, junto com Dona Didi organizávamos rifas, jantares, almoços beneficentes; angariávamos fundos para as obras assistenciais e donativos para os pobres. Com o dinheiro arrecadado foi comprada uma chácara em Goianápolis onde pretendíamos construir um aprendizado agrícola. Depois o centro mudou para a Avenida Ricardo Paranhos, porque a sede da Rua 8 “A” estava pequena. Air e Sonia doaram o lote. Foi vendida a chácara e a antiga sede para a construção da atual sede.

Ramayara tinha reuniões esporádicas ao longo do ano. Era uma entidade especial, da linha do oriente.



Dr. Fritz dava receitas na primeira parte da quarta-feira e na segunda parte eram feitos tratamentos espirituais. Na última quarta do mês havia a reunião de materialização. Não havia substituto para Dª Didi nesta sessão, porque ela era a única médium preparada para esse tipo de efeito físico.


Dona Didi era especial. Sempre a respeitei muito, há pessoas em quem não consigo confiar, mas Dª Didi sempre me inspirou confiança como médium e como pessoa. Ela sempre me respeitou e foi muito bom trabalhar ao seu lado por tantas décadas. Um dia Dª Didi apareceu lá em casa obedecendo a ordens de Mãe Francisca. Eu estava muito chateada naquele momento. Outra vez o mentor me intuiu para que eu a procurasse e chegando lá ela me disse que já estava me esperando e inclusive preparava um bolo para mim.


O senhor José Araujo foi presidente do CEIC por vários anos e sempre assumiu apenas a parte material. Foi uma pessoa excelente, sério, responsável, honesto, admirado por todos que o conheceram. Ajudava muita gente. Faleceu em 67. A sede do primeiro centro foi construída com seus próprios recursos. Doente, freqüentou o centro enquanto conseguiu ir. Havia um colaborador, pai da Irmã Zuleika, - Dr. Célio. Ele costumava doar toda a sua aposentadoria para a manutenção da creche. Como eu tinha muitas obrigações como secretária do CEIC, além de guardiã, só ajudava a creche nos eventos.


Resumindo: Dª Didi nunca deixou de ir ao CEIC, nem por problemas de saúde em família. No dia 15 de junho, não permiti que ela fosse ao centro. Seu esposo por 30 anos havia desencarnado e ela pensava que não deveria faltar à sessão noturna. Para quem é espiritualista, deve lembrar que o Dr. Bezerra de Meneses contou que, uma vez, deixou um filho doente em casa, saiu escondido e ao voltar seu filho estava são. Assim agia a Dª Didi.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

DEPOIMENTO DA JENECY - VICE PRESIDENTE DOS IRMÃOS DO CAMINHO



DEPOIMENTO DE JENECY SOBRE A DONA DIDI



Eu não me lembro do ano certo em que conheci na Dª Didi. Foi no início da década de 60. Meus pais, Capitão Jurandir e Dª Deolinda já freqüentavam o Irmãos do Caminho desde 1962, cuja sede era na Rua 8 ”A”. Eles moravam na esquina, bem vizinhos do centro. Eles tinham verdadeira admiração pela Dª Didi, tanto pelo trabalho desenvolvido como médium, como pela sua pessoa expressiva, encantadora.
Comecei a freqüentar o centro e levava meus filhos pequenos. Um dia, o mentor me convidou a vestir branco e desde então nunca mais desisti de me tornar uma verdadeira espírita. Nesta época o senhor José Araújo, fundador da instituição e marido de Dª Didi vivia muito doente, mas mesmo assim a Dona Didi nunca faltava a uma sessão e tinha o maior respeito pela espiritualidade. Esta era a sua conduta. Sua dedicação era incrível. Dona Didi era muito alegre, expansiva. Como médium foi insuperável. Todas as demonstrações de sua mediunidade foram indescritíveis.
Assisti a várias vivências de sua mediunidade. Inclusive cirurgias feitas pelo espírito do Dr. Fritz. Lembro especialmente de uma cirurgia em que uma válvula foi substituída. Lembro-me também dos trabalhos de materialização. Uma vez uma senhora chamada Helena teve um tumor extraído de sua cabeça sob o olhar de todos os presentes.

Minha irmã Jeneri naquela época teve um veículo roubado. Era uma Rural Willys e rezaram muito para recuperar o veículo. Sendo bem sucedidas as buscas, foram levar uma oferenda para a entidade que havia intercedido e lá a entidade - Pantera Negra - lhe pediu que deitasse no chão solicitando um lenço emprestado de seu cunhado. Dona Didi incorporada saiu e caminhou por alguns metros. Voltou com um ovo colhido no mato. Então, colocou o ovo sobre o lenço e, depois de orar, quebrou o ovo e mostrou o que foi retirado da Jeneri. Era o que perturbava a sua saúde e desde então ela nunca mais teve dores nas pernas de que se queixava sempre.

A construção da creche e da nova sede não foi obra fácil. Dona Didi foi um exemplo para nós na crença, na fé, na disciplina, no respeito à espiritualidade, no amor caridade. Tenho muito que agradecer a Deus por ter tido o privilégio de sua convivência cristã e aprendido com seu exemplo por mais de trinta anos.

Ela recebia e trabalhava com várias entidades. Mãe Francisca era uma entidade que vinha às sextas-feiras e costumava tratar as jovens com dificuldade de engravidar com garrafadas feitas de ervas naturais. Pude comprovar inúmeros casos muito bem sucedidos. Pantera era um chefe de terreiro de umbanda, muito imponente, seguro, franco, enérgico, sempre manteve a disciplina e a ordem.

Mestre Carlos vinha só em casos ligados à justiça. Muito educado, fino, impunha respeito com objetividade e segurança.

Ramayara vinha no mês que tinha cinco sextas-feiras. Era da linha do oriente, os médiuns eram selecionados, havia até um uniforme próprio para este dia. Em sua presença, a gente se sentia volitando, tão especial era a sua energia.
Havia muitas outras entidades que Dona Didi incorporava. Exu Gira-Mundo, Cosminho, da falange das crianças e inúmeros outros.

Seu trabalho em prol dos carentes foi insuperável. Durante anos a fio cuidava da creche, estando presente à chegada de cada criança diariamente. Para organizar eventos beneficentes distribuía as tarefas entre os médiuns e tudo sempre era coroado de sucesso e entusiasmo. Sua alegria e perseverança no trabalho contagiava quem a ajudava e todos trabalhavam com muito amor ao seu lado. Todo ano organizávamos o natal dos pobres. As famílias eram cadastradas e compareciam em data anterior ao natal para buscar as cestas de alimentos, as roupas, os brinquedos infantis.

Resumindo, sua mediunidade era incrível, foi uma médium de dedicação exacerbada e adorada pessoalmente por milhares de pessoas que buscavam a sua ajuda amorosa. Sua presença será sempre lembrada e sei que onde ela estiver deve continuar trabalhando em nome do bem e do amor cristão.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

DEPOIMENTO DE ELZINHA, de SALVADOR, BA.



DEPOIMENTO DA ELZINHA, de SALVADOR, BA.

Chegada a GYN e encontro com Dª Didi e o senhor José Araújo, em 1957. Lembra-se do Senhor Ovídio que era um homem a quem o Dr. Celso foi procurar para ver a mina de cassiterita, em Uruaçu. Morávamos no Hotel Dom Bosco, inicialmente, e depois no Hotel Araguaia, recém-construído, no centro da cidade.

Elzinha e Tanit ( colo), 1964
O senhor José Araújo foi um homem admirável, pessoa íntegra, séria, trabalhava nas obras assistenciais, sem descanso, um pai ou irmão mais velho para mim e meu esposo. Costumávamos acompanhá-lo juntamente com seus filhos em visita à casa de Dona Maria Madalena, sua mãe. Ele mandou todo o enxoval de meu filho, falecido precocemente, mas depois usado por minha filha. Até hoje guardo duas peças com carinho.

O marido de Elzinha - Dr. Celso -, engenheiro de minas, geólogo, homem culto, cartesiano, ia ao centro para não me contrariar e pela amizade com Dª Didi e Sr. José Araújo, todavia não detinha muita fé. Um dia recebeu uma prova da entidade Pantera Negra, incorporada em Dª Didi. A entidade revelou à frente de alguns presentes, durante um trabalho de limpeza, fato pessoal do qual até eu mesma desconhecia. Celso ficou indignado ao perceber a quebra de sua privacidade, a princípio. Todavia, com o tempo, entendeu o porquê e nunca mais duvidou da espiritualidade. Passou, então, a estudar a doutrina, aprofundando-se cada vez mais até seu passamento, em 2007.

Freqüentaram juntas a Tenda do Caminho durante três anos. Como eu morava no hotel à Avenida Araguaia, descia a pé até a rua seis, esquina com a cinco, e saíamos à tarde, pedindo donativos para a obra do berço, o natal dos pobres, a construção dos novos projetos da instituição. Eu morria de vergonha, mas, escudada na fé de Dª Didi, eu me enchia de coragem.

Elzinha, Dona Didi e Maria Antonieta Alessandri
Lembro-me do carinho de seu marido José Araújo por mim e por meu esposo Celso Santos. Dª Didi era especialista em torta de maçã e sempre que a visitávamos ela nos oferecia. Eu gostava muito, mas Celso comia por delicadeza e ela só soube de que ele não gostava de doces muitos anos mais tarde!

Elzinha organizou o natal das crianças da Tenda do Caminho, em 1958; assumiu também o catecismo das crianças. Nessa época, ainda naquela instituição, Dr. Celso escreveu para vários contatos em São Paulo para angariarem donativos para o natal das crianças.

Para mim, Dª Didi foi um exemplo de amor, amizade, caridade cristã, doação infinita de si mesma. Foi mãe, irmã, amiga, confidente, médium inconsciente que desenvolveu recursos espirituais indizíveis ao longo do tempo, por meio da prática espiritualista do evangelho e de provações diversas, tudo vivenciado com muito amor, fé e caridade.

Em abril de 1960, Celso e eu mudamos para Salvador, onde nasceriam o primeiro filho Celso (1961), falecido com 12 h de vida e, mais tarde, a minha filha Tanit (1963). Contudo, nunca nossa amizade desapareceu. Pelo contrário, encontramo-nos muitas e muitas vezes, em Salvador ou em Goiânia. Em Salvador, ela ainda detém uma suíte em nosso apartamento, hoje, usada por suas filhas e genros.

Sempre que vínhamos a Goiânia, fazíamos questão de freqüentar o novo centro – Irmãos do Caminho – onde minha filha foi batizada e de cuja cúpula nós sempre recebemos as melhores energias espirituais.

Resumindo: Didi, para mim, foi tudo na vida e agradeço a Deus ter privado de sua convivência. Ainda, agradeço a certeza de que, um dia, estaremos novamente trabalhando juntas.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Depoimento da sobrinha baiana - TANIT

Depoimento de Tanit, sobrinha baianinha batizada no C. E. Irmãos do Caminho
Tia Didi

Quem a conheceu teve a oportunidade de se sentir protegido em um abraço extremamente acolhedor. O seu sorriso largo, o seu olhar sempre iluminado, nos ajudavam a crer que a vida é um presente... Quem não desejou provar daquela gelatina colorida com que sempre nos brindava?!

Uma vaidade singela: as unhas sempre pintadas, um anel dourado no dedo, os cabelos sempre ajeitados, um baton avermelhado... Essa era a Tia Didi! Mulher guerreira, determinada!

Não precisamos perguntar como ela fazia o Bem, porque ela era o Bem em pessoa. Exemplo de Amor que se eterniza em nossas vidas.

Com muita satisfação da sobrinha baiana – TANIT.